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Sua alimentação é fundamental para um bom funcionamento do intestino.



A melhor maneira de prevenir doenças do intestino grosso.


Incontinência Urinária

Ginástica pélvica

Não é novidade para ninguém que atualmente mulheres e homens vêm aderido, cada vez mais, à prática de algum tipo de atividade física, não somente com objetivos estéticos, mas também como forma de cuidar da saúde. Academia, alimentação saudável e inúmeros outros artifícios têm feito parte da vida dessas pessoas. Existem ainda aqueles que fazem da atividade física uma profissão e buscam constantemente a superação de seus próprios limites físicos.

É indiscutível a necessidade do exercício físico para o indivíduo em geral. No entanto, quando mal conduzido, pode se tornar um vilão para as mulheres, em se tratando de perda involuntária de urina. “É impressionante a quantidade de pessoas que fazem exercícios de maneira errada”, afirma a fisioterapeuta em Uroginecologia, da Clínica Souto Vital, Karla Samaritana.

Ela explica que o exercício físico por si mesmo já leva a um aumento da pressão abdominal, o que pode sobrecarregar os músculos perineais, que fazem parte juntamente com outras estruturas de uma rede de sustentação dos órgãos pélvicos. “Se o exercício é mal conduzido, aumentam as chances da mulher apresentar o problema de perda urinária a médio e a longo prazos, uma vez que a mulher já carrega consigo fatores predisponentes para tanto”, esclarece.

A ocorrência de perda urinária durante a prática de atividade esportiva é mais comum em esportes que envolvem atividades de alto impacto, como corrida, ginástica, atletismo e entre outros. “Isso acontece porque a força de impacto durante essas atividades é maior que o peso corporal e nem sempre os músculos perineais estão preparados suficientemente para conter essa força, e acabam não exercendo bem o se papel”, afirma Karla. O ideal seria que as atividades da academia fossem associadas aos exercícios perineais, que podem ser ensinados e indicados por um fisioterapeuta, o que seria importante para prevenção de problemas futuros.

A fisioterapeuta ressalta a importância de conscientizar as pessoas que existe tratamento para a perda involuntária de urina. A Clínica Souto Vital, por exemplo, pioneira na capital federal com o tratamento da Colonterapia, dispõe desse tipo de tratamento. A Fisioterapia utiliza recursos não cirúrgicos para prevenir e tratar a perda de urina. Seguindo prévia avaliação, o tratamento é feito por meio de exercícios ativos dos músculos perineais, orientados e supervisionados por um fisioterapeuta. É utilizado ainda um aparelho de eletro-estimulação que, por meio de corrente elétrica, recruta vários músculos do assoalho pélvico. “Associados a estes exercícios, fazemos também um trabalho de conscientização: orientações simples que ajudam o paciente a participar ativamente do processo de tratamento e se sentir motivado”, afirma Karla.

De acordo com a fisioterapeuta da Clínica Souto Vital, geralmente com 15 a 20 procedimentos, duas vezes por semana, a mulher pode ser curada ou conseguir uma melhora significativa. ”Isso dependerá de avaliação individual”, complementa Karla.

Fisioterapia trata a Incontinência Urinária (IU)

Um dos grandes problemas físicos, emocionais e sociais na nossa sociedade é a presença da incontinencia urinária(IU), definida como qualquer perda involuntária da urina. Esta desordem causa disturbíos em várias áreas tais como, psicológica, social, física, econômica, relacionamento pessoal e sexual, além da higiênica, afetando negativamente a saúde do indivíduo e consequentemente a sua qualidade de vida.
Existem três tipos de IU descrito na literatura: Bexiga Hiperativa, Incontinencia Urinária de Esforço(IUE) e Incontinencia Mista.
Segundo a Federação Brasileira da Sociedade de Ginecologia e Obstetricía (FEBRASGO)a prevalência de Bexiga Hiperativa em mulheres é de 9 a 55%, já a incidência é de 20 a 40%. A IUE segundo a FEBRASGO a incidência é 40 a 55% nas institucionalizadas e prevalência de 36 a 35%.
A fisioterapia trata a IU através de varios recursos terapêuticos como cinesioterapia, eletroestimulação, biofeedback e orientações. Essas técnicas melhoram a capacidade de contração do assoalho pélvico diminuindo ou acabando com os sintomas. Através deste tratamento as mulhures passam a ter um melhor convivio social, liberdade para suas atividades díarias e principalmente qualidade de vida.


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